Neverland is moving!


Oh god. The humanity, the humanity of it all!

"Quinze Pontos na Alma", videoclip de Pedro Janela


O videoclip da música do Pedro Janela para o "Quinze Pontos na Alma" do Vicente do Ó.

Família


A família, modelo "fifties". Do suplemento "O Pagem do Cavaleiro Andante", Nº 69, de 25 de Abril de 1953. Trazia também o suplemento "Desportos" e uma folhinha solta com uma fotografia de Salazar, dizendo "Homenagem a Salazar - A Mocidade Agradecida". Outros tempos, é certo que complicados para os graúdos, mas tão divertidos para os miúdos...

Working as Intended


Yes, it does. :)

Tornado!


Desde sempre que tenho um fascínio enorme por tornados. Raramente acontecem por cá, mas aqui está um fotografado hoje em Lagos, no Algarve.

The Irrepressibles no Lux, Lisboa



Um concerto curto, com uma set list que podia ter sido mais interessante. A banda de Jamie McDermott brilhou e agarrou o público apenas no seu único encore, com a sempre impressionante "In This Shirt". Jamie desceu do palco e cantou-a entre o público, num momento memorável que acabou por valer o espectáculo.



"In This Shirt" by The Irrepressibles

I am lost, in our rainbow, now our rainbow has gone,
Overcast, by your shadow, as our worlds move on,
But in this shirt, I can be you, to be near you for a while,
There's a crane, knocking down all those things, that we were,
I awake, in the night, to hear the engines purr,
There's a pain, it does ripple through my frame, makes me lame,
There's a thorn, in my side, it's the shame, it's the pride...
Of you and me, ever changing, moving on now, moving fast,
And his touch, must be wanted, must become, through your ask,
But I need Jake to tell you, that I love you, it never rests,
And I've bled every day now, for a year, for a year,
I did send you a note on the wind for to read....
... Our names there together must have fallen like a seed...
... To the depths of the soil buried deep in the ground,
On the wind, I could hear you, call my name, held the sounds,
I am lost,
I am lost, in our rainbow, now our rainbow has gone,
I am lost, in our rainbow, now our rainbow has gone,
I am lost. 

A very scary Halloween!


E mais logo... no Teatro Rápido!

Dead Can Dance na Casa da Música, Porto


Há na vida muitos momentos que nos marcam. A maior parte reconhecemo-los mais tarde (tarde demais?), mas outros, poucos, temos a sorte de os reconhecer enquanto os vivemos e, por isso, apreciamo-los em pleno, sabendo que vivemos a nossa própria História.

A música de Brendan Perry e Lisa Gerrard acompanhou-me na tristeza e solidão adolescente dos amores perdidos, dancei-a com abandono etílico nas noites da Jukebox, foi o som da noite e do dia, das alegrias e melancolias.

Os anos passaram, a vida mudou, tanto, e os DcD mantiveram-se presentes. Na ausência de novos álbuns ouvi os antigos, alguns ainda em vinil já muito gasto, outros em CD, agora no iPad. Misteriosamente, nunca perdeu actualidade, destino triste de tantas outras bandas e temas, irremediavelmente gastos, à espera de voltar a ter o espaço que dantes ocupavam no coração.

O concerto na Casa da Música foi um concerto emocional, hipnótico, transcendente. Com os acordes quentes, sedutores e familiares, o nó na garganta deu lugar a lágrimas de alegria, de reencontro, de prazer, acompanhando o que é, afinal, a banda-sonora da minha vida.


Obrigado, Dead Can Dance.

"A Guerra dos Cisnes" de Vicente Alves do Ó


Afinal o "Escrito a Sangue" ficou para outras núpcias e o Vicente vai encenar, com o Ricardo e a Márcia, "A Guerra dos Cisnes". Este é o cartaz que fiz para essa peça.

Portugal no seu melhor

Esta manhã precisei de falar com o departamento imobiliário do Montepio Geral. Fui ao website, vi o telefone do atendimento geral e liguei a pedir o número. A senhora que me atendeu pede-me um momento. Eis a conversa em resumo:

-- Agradeço ter esperado. Se me der o seu número de telefone, ligamos-lhe mais tarde a dar o telefone que solicitou.

Fiquei estarrecido.

-- Minha senhora, não lhe pedi o número específico de ninguém, apenas o número geral do departamento imobiliário. Sou arrendatário e mutualista do Montepio, não creio que esteja a pedir nada demais.
-- Compreendo, mas não lhe posso dar o número de telefone neste momento. Se me facultar o seu telefone, entraremos em contacto consigo.

Lá dei o telefone e o nome.

Um par de horas depois, recebo um telefonema.

-- Recebemos informação do seu pedido. Se me der a sua identificação, o número do bilhete de identidade ou o número de contribuinte, poderei dar seguimento ao seu pedido.

Fiquei sem palavras.

-- Minha senhora, ter-me-ei enganado e liguei para o S.I.S.? Posso recordá-la de que estou a pedir simplesmente o número de telefone geral do departamento imobiliário?!
-- Compreendo, mas me der a sua identificação, o número do bilhete de identidade ou o número de contribuinte, poderei dar seguimento ao seu pedido.
-- Olhe lá, não estou a pedir o telefone privado do presidente do Montepio, apenas o número geral do departamento imobiliário.
-- Compreendo, mas me der a sua identificação, o número do bilhete de identidade ou o número de contribuinte, poderei dar seguimento ao seu pedido.

E assim ficou, a senhora repetindo vezes sem conta a mesma frase, seguindo bovinamente o guião que certamente tinha à sua frente. Depois de muito insistir e de tentar mostrar, sem sucesso, o absurdo da situação, de apelar ao bom-senso, acabei por desistir e não dar, por uma questão de princípio.

Consegui lá chegar mais tarde e de outra forma. Por aqui se pode ver, por este pequeno "nada", sendo que de muitos nadas se faz um grande todo, porque é que este país está no estado lastimável em que está.

 "A Casa dos Loucos" do Astérix. No mundo da burocracia,
a realidade cada vez mais imita a ficção.

"Escrito a Sangue" de Vicente Alves do Ó


Este é o cartaz que fiz para a nova peça do Vicente, com o Ricardo e a Márcia, que está em cena no Teatro Rápido entre 1 e 30 de Novembro.

Ray Bradbury (1920-2012)


Um senhor que tanto me fez sonhar.

A Vida Secreta dos Colchetes

A Vida Secreta dos Colchetes:

Sempre gostei da palavra Colchetes. Tenho sempre...
: Sempre gostei da palavra Colchetes . Tenho sempre a sensação de que é algo que já não se usa na roupa de agora. Lembro-me da caixa...